Tito Estacílio Tauro (; m. ) foi um senador romano eleito cônsul em 44 com Caio Salústio Crispo Passieno. Era filho de Tito Estacílio Tauro, cônsul em 11, e neto, pelo lado de sua mãe, do grande orador Marco Valério Messala Corvino.Suetônio, Vidas dos Doze Césares, Vida de Cláudio 13,2. Tito Estacílio Tauro Corvino, cônsul em 45, era seu irmão.
Carreira Depois de seu consulado, presumivelmente entre 52 e 53, Tauro foi procônsul da África. Em 53, Tarquítio Prisco, que havia sido seu legado na África, acusou Tauro de magia e de tramar contra a família imperial a pedido da imperatriz Agripina, a quarta esposa do imperador Cláudio, que queria se apoderar seus magníficos jardins em Roma. Antes de saber do veredito do imperador, Tauro se matou.Tácito, Anais 12,59; 14,46.
Ver também
Bibliografia
Ursula Vogel-Weidemann: Die Statthalter von Africa und Asia in den Jahren 14–68 n. Chr. Eine Untersuchung zum Verhältnis Princeps und Senat (= Antiquitas. Reihe 1: Abhandlungen zur Alten Geschichte. volume 31). Dr. Rudolf Habelt, Bonn 1982, ISBN 3-7749-1412-5, p. 154–160. Prosopographia Imperii Romani (PIR) ² S 856
Categoria:Statilii Categoria:Romanos antigos do século I Categoria:Ano de nascimento desconhecido Categoria:Cônsules do Império Romano Categoria:Romanos antigos que cometeram suicídio Categoria:Procônsules da África