Os primeiros princípios ou princípios primordiais é uma proposição ou suposição básica, fundamental, auto-evidente, que não pode ser deduzida de qualquer outra proposição ou suposição. Em filosofia, os primeiros princípios são ensinados pelos aristotélicos,A AQUISIÇÃO DOS PRIMEIROS PRINCÍPIOS EM ARISTÓTELES por Jaqueline Stefani DOI: 10.15210 e as nuançadas versões dos primeiros princípios são referidas como postulados pelos kantianos.Henry Allison (2004) Kant's transcendental Idealism (Yale University Press)Thomas Auxter (1982) Kant's Moral Teleology (Mercer University Press)Lewis White Beck (1960) A Commentary on Kant's Critique of Practical Reason (University of Chicago Press)R. Beiner and W.J. Booth (eds.) (1993) Kant and Political Philosophy (Yale University Press) Na matemática, os primeiros princípiosAnálise Iógica dos primeiros princípios por V. de Sousa Alves, publicado em Revista Portuguesa de Filosofia T. 36, Fasc. 3/4, Contribuição para a Filosofia em Portugal (Jul. - Dec., 1980), pp. 279-299 são referidos como axiomas ou postulados. Em física e outras ciências, o trabalho teórico é dito a partir dos primeiros princípios, ou ab initio, se ele começa diretamente no nível da ciência estabelecida e não faz suposições como modelo empírico e ajuste de parâmetros.

Métodos ab initio

Os métodos ab initio são métodos da química computacional baseados na química quântica. O uso do termo ab initio foi usado pela primeira vez na química quântica por Robert Parr e colaboradores, incluindo David P. Craig em um estudo semiempírico dos estados excitados do benzeno. A teoria foi descrita por Parr. Em seu significado moderno ('primeiros princípios') o termo foi usado por Chen (quando citavam um relatório inédito. de 1955, do MIT por Allen e Nesbet), por Roothaan e, no título de um artigo, por Allen e Karo, que o definiu claramente.

Argumento cosmológico

O argumento cosmológico é menos um argumento particular do que um tipo de argumento. Ele usa um padrão geral de argumentação (logos) que faz uma inferência de fatos alegados particulares sobre o universo (cosmos) para a existência de um ser único, geralmente identificado com Deus ou referido como Deus.

A premissa básica é que, já que há um universo em vez de nenhum, ele deve ter sido causado por algo ou alguém além dele mesmo. E essa primeira causa deve ser Deus. Esse raciocínio baseia-se na lei da causalidade, que diz que toda coisa finita ou contingente é causada agora por algo além de si mesma.

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