Maria Guilhermina de Aguiã de Azeredo (São Mamede de Infesta, 1894 — Porto, 1976) foi uma escritora e tradutora portuguesa do tempo do Estado Novo.

Biografia Filha do advogado Baltazar de Araújo Brito Rocha Aguiã, que se mudou para Benguela no início do . Guilhermina mudou-se para Benguela em 1915, tendo regressado à metrópole em 1928, após doença do seu filho António.

Foi colaboradora de revistas na década de 1930, publicando contos e crónicas de temática educativa e social. Encontra-se colaboração da sua autoria na revista luso-brasileira Atlântico .

Como viveu à margem do circuito intelectual e literário, os seus livros foram publicados com grandes intervalos de tempo.

Obras Feitiços: contos (1935); Brancos e negros: contos (1956); O Mato (1972). Mulata (romance inacabado); Escravos do Calço (contos durienses) (coletânea não publicada).

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