miniaturadaimagem|Foto: Wesley D'Almeida/PCR/Divulgação João Flávio Cordeiro da Silva (Recife, 6 de agosto de 1960 — Recife, 31 de julho de 2022), conhecido pelo pseudônimo de Miró da Muribeca, foi um poeta brasileiro.Miró: um retrato de corpo inteiro de um dos poetas mais inventivos do Brasil. Suplemento Pernambuco, Julho de 2016. Páginas 10-15Miró (re) nasceu poeta. Folha de Pernambuco, 28 de novembro de 2016
Ganhou o apelido jogando futebol, sendo comparado pelos amigos ao jogador Mirobaldo, à época defendendo o Santa Cruz.
Miró era poeta performático das ruas. Saiu da Muribeca, bairro da periferia recifense que emprestou o nome a sua assinatura artística, para tornar-se referência na poesia urbana.
Iniciou na poesia com versos marcados pelo lirismo, mas depois começou a refletir na sua obra a violência policial que experimentava no dia-a-dia.A poesia urbana de Miró da Muribeca. TV Jornal, 24 de agosto de 2016
Miró publicou mais de 15 livros e tem poemas traduzidos para o espanhol e para o francês. Em agosto de 2021, o poeta lançou o livro "O Céu é no 6º Andar", comemorando o aniversário de 61 anos.
Em maio de 2022 o artista foi internado em um hospital público de Recife por problemas de saúde. Morreu em 31 de julho do mesmo ano.
A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), lamentou seu falecimento em nota, em que chama Miró de "um dos poetas brasileiros mais importantes da atualidade".
Obras 1985 - Quem descobriu o azul anil? (Independente) 1987 - Ilusão de ética (Independente) 2004 - Para não dizer que não falei de flúor (Independente) 2012 - DizCriação (Andararte) 2013 - Miró até agora (Interpoética/Fundarpe) 2017 - O penúltimo olhar sobre as coisas (Mariposa Cartonera) 2017 - Meu filho só escreve besteira (Independente)Miró da Muribeca lança seu 11º livro celebrando a cultura marginal. Brasil de Fato, 14 de Agosto de 2017
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