Maria Beatriz Rosário de Alcântara mais conhecida como Beatriz Alcântara (Fortaleza, ) é uma professora, ensaísta, contista e poetisa brasileira, membro da Academia Cearense de Letras.
Biografia Filha de José da Fonseca Rosário Dias e Maria Beatriz Barreiros Rosário Dias. Fez seus estudos iniciais na Escola do Parque da Criança; complementou sua formação intelectual em Portugal, no Colégio São José e no Liceu Maria Amélia Vaz de Carvalho, de Lisboa. Casada com Lúcio Gonçalo de Alcântara, eminente figura política do Estado do Ceará, é mãe do deputado Leonardo Rosário De Alcântara.
Possui cidadania luso-brasileira. Licenciada em Letras pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade Federal do Ceará com especialização em Programação e Planejamento Educacional. É mestre em Literatura pela Universidade de Brasília. Tem cursos realizados na Suíça, Portugal e França. Foi professora de Literatura de vários colégios de Fortaleza e da Universidade Estadual do Ceará.
Filiada a várias sociedades literárias. Atualmente é presidente da Rede Feminina do Instituto do Câncer do Ceará. Ingressou na Academia Cearense de Letras no dia 30 de novembro de 1994, sendo recepcionada pela acadêmica Marly Vasconcelos. Ocupa a vaga deixada pelo acadêmico Newton Gonçalves, cadeira número 16, cujo patrono é o escritor Franklin Távora. Participa do Grupo Seara de Literatura, da AJEB (Associação das Jornalistas e Escritores do Brasil) e Associação dos Escritores do Ceará. É membro honorário da Academia de Letras e Ciências de São Lourenço, Minas Gerais, da Academia Carioca de Letras e da União Brasileira de Escritores, e diretora cultural da Academia Fortalezense de Letras.
Obra Publicou as seguintes obras:
La Revolte Positive de Simone Beauvoir, (1973); Boletim de Poesia, (1977), Fernando Pessoa e o Momento Futurista de Álvaro Campos, (1985), O Outro Lado do Olhar, (1988), La Parure, (1992), Daquém e Dalém-mar, (1993), Academia Brasílica dos Esquecidos, (1993), Água da Pedra, (1997), O Portal e a Passagem, (1999), Amor Nos Trópicos, (2000), Folha de Prata, (2002), Livre Sintonia, (2005), Autos de Natal em Fortaleza, (2007),
Distinções e homenagens
Recebeu em 1995 a comenda de Oficial da Ordem Alencarina do Mérito Judiciário do Trabalho,
Categoria:Naturais de Fortaleza Categoria:Alunos da Universidade Federal do Ceará Categoria:Membros da Academia Cearense de Letras Categoria:Alunos da Universidade de Brasília Categoria:Família Alcântara