O descarrilamento de trem em Yanga ocorreu em 21 de junho de 2010, quando um trem que viajava de Ponta Negra para Brazavile, na República do Congo, descarrilou e mergulhou em uma ravina. Pelo menos sessenta pessoas foram inicialmente declaradas mortas e centenas desapareceram, com o número de mortes podendo aumentar ainda mais. Em 23 de junho de 2010, o número de mortos subiu para 76 pessoas, enquanto o número de vítimas subiu para 745.

O descarrilamento foi comparado a um incidente semelhante ocorrido em setembro de 1991 e que matou cem pessoas, além de ferir outras 300, sendo considerado o acidente mais mortal do país. Uma lista cronológica fornecida pelo The Daily Telegraph de acidentes ferroviários ocorridos desde 2002 sugere que este é o desastre ferroviário mais mortal desde 2008, quando uma colisão de trens mataram pelo menos setenta pessoas na China.

Acidente Em 21 de junho de 2010, um trem da linha Caminho de Ferro Congo-Oceano, operado pela CFCO, descarrilou em Yanga, situada entre as vilas de Belengi e Tchitondi, a cerca de sessenta quilômetros de Ponta Negra. Quatro vagões foram descarrilados. Pelo menos 51 pessoas foram mortas na época, com dezenas de feridos.

O trem estava a caminho de Ponta Negra para Brazavile, na época. Quatro vagões caíram em uma ravina. Vítimas e cadáveres foram levados para o local relevante. Dezesseis pessoas foram deixadas em um estado crítico de perigo físico. As fotografias dos feridos mostram lesões de múltiplos membros e pacientes portadores de cadeira de rodas. Membros da família se reuniram nas estações ferroviárias de Ponta Negra e Dolisie para buscar notícias de seus parentes. O dano material foi dito como "severo".

Em 23 de junho de 2010, o número de mortos havia subido para 76 pessoas e o número de feridos para 745.

Causa Nenhuma causa para o acidente foi imediatamente estabelecida, embora o governo tenha culpado a velocidade excessiva. O trem fazia uma curva no momento que descarrilou.

Repercussão Os militares e as pessoas da Cruz Vermelha correram para a área para oferecer sua assistência aos passageiros atingidos. O presidente Denis Sassou Nguesso reuniu-se com altos membros de sua administração após o incidente.

Três dias de luto nacional foram declarados pelo governo da República do Congo. Os funerais que resultaram do incidente foram pagos pelo governo, de acordo com um comunicado oficial, e o luto começou no sábado seguinte.

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