miniaturadaimagem|300x200px|Bandeira proposta para o Calistão. Calistão ou Khalistan é um movimento separatista sique, que procura criar um país independente chamado Khalistān ("A Terra dos Khalsa") na região do Panjabe para servir como uma pátria para os siques. A definição territorial do país proposto consiste em Hariana, Himachal Pradexe, Jamu e Caxemira e Rajastão.: "Such is the political, psychological and religious attachment of the Sikhs to that city that a Khalistan without Lahore would be like a Germany without Berlin."Stephen Alter, Amritsar to Lahore: A Journey Across the India-Pakistan Border, : "Ever since the separatist movement gathered force in the 1980s, Pakistan has sided with the Sikhs, the territorial ambitions of Khalistan have at times included Chandigarh, sections of the Indian Punjab, including whole North India and some parts of western states of India."
O movimento Calistão começou como um empreendimento dos expatriados. Em 1971, a primeira reivindicação explícita para um Calistão foi feita em um anúncio publicado no The New York Times por um expatriado Jagjit Singh Chohan. Com apoio financeiro e político da diáspora sique, o movimento floresceu no estado indiano de Panjabe, que tem uma população de maioria sique e atingiu seu apogeu no final da década de 1970 e na década de 1980, quando o movimento secessionista causou violência em grande escala entre a população local, incluindo o assassinato da primeira-ministra Indira Gandhi e o ataque bombista ao avião da Air India matando 328 passageiros. Várias organizações pró-Calistão estiveram envolvidas em um movimento separatista contra o governo da Índia desde então. Na década de 1990, a insurgência se esgotou, e o movimento fracassou em alcançar seu objetivo devido a múltiplas razões, incluindo uma forte repressão policial contra os separatistas, divisões entre os siques e perda de apoio da população sique. A violência extremista começou visando os Nirankaris e seguido por ataques à máquina do governo e aos hindus. Em última análise, os terroristas siques também atacaram outros siques com pontos de vista opostos. Isto levou a uma maior perda de apoio público e os militantes foram finalmente colocados sob o controle das forças de segurança em 1993.
No início de 2018, alguns grupos militantes foram presos pela polícia em Panjabe. O ministro-chefe do Panjabe, Amarinder Singh, afirmou que o recente extremismo é apoiado pelo ISI do Paquistão e "simpatizantes do Calistão" no Canadá, na Itália e no Reino Unido. Há algum apoio de grupos marginais no exterior, especialmente no Canadá, mas o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, declarou que seu país não apoiaria o ressurgimento do movimento separatista.