miniaturadaimagem| Tradução de Ibne Uaxia do alfabeto hieroglífico egípcio antigo (985 EC) Ibne Uaxia Anabati (), também conhecido como Abu Becre Amade ibne Ali () ( ou X) foi um alquimista, agricultor, toxicologista, egiptólogoEl-Daly, Okasha (2005). e historiador árabe, nascido em Qusayn, perto de Cufa, no Iraque.Dr. Okasha El Daly, Deciphering Egyptian Hieroglyphs in Muslim Heritage, Museum of Science and Industry in Manchester Ele foi o primeiro historiador a ser capaz de, pelo menos em parte, decifrar o que foi escrito nos antigos hieróglifos egípcios,Dr. Okasha El Daly (2005), Egyptology: The Missing Millennium: Ancient Egypt in Medieval Arabic Writings, UCL Press, (cf. relacionando-os à linguagem copta de sua época.

Trabalho Ibne Anadim lista um grande número de livros sobre magia, estátuas, ofertas, agricultura, alquimia, física e medicina, que foram escritos ou traduzidos de livros mais antigos por Ibne Uaxia."First, the books of the Nabatean corpus themselves claim to be translations from "ancient Syriac" (e.g. Suas obras sobre alquimia foram co-escritas com um alquimista chamado Abu Talib al-Zalyat; seus trabalhos foram usados por Al-Dimashqi.

A agricultura nabatéia Ibne Uaxia traduziu no nabateu a Agricultura Nabatéia (Kitab al-falaha al-nabatiya; c. 904), um tratado importante sobre o assunto, que se dizia basear-se em antigas fontes babilônicas.Jaakko Hämeen-Anttila Ideology 2002, Nabataean Agriculture 2006 O livro exalta a civilização babilônica em contraposição à dos árabes conquistadores. Ele contém informações valiosas sobre agricultura e superstições e, em particular, discute crenças atribuídas aos sabeus de que Adão tinha pais e viera da Índia. Essas ideias foram discutidas pelos filósofos judeus Yehudah Halevi e Maimônides, através dos quais se tornaram uma influência no milenarismo francês do século XVII.

Toxicologia Ele escreveu um tratado de toxicologia, o Livro dos Venenos, combinando ciência contemporânea, magia e astrologia.

Egiptologia Ibne Uaxia foi um dos primeiros historiadores a decifrar, ao menos em parte, os antigos hieróglifos egípcios,Dr. Okasha El Daly (2005), Egyptology: The Missing Millennium: Ancient Egypt in Medieval Arabic Writings, UCL Press, (cf. relacionando-os à linguagem copta contemporânea usada pelos padres coptas de seu tempo. Um manuscrito árabe do livro de Ibne Uaxia, Kitab Shawq al-Mustaham, uma obra que discute vários alfabetos antigos e na qual ele decifrou vários hieróglifos egípcios, foi lida mais tarde por Athanasius Kircher, no século XVII, e depois traduzida e publicada em Inglês em 1806, como Ancient Alphabets and Hieroglyphic Characters Explained; with an Account of the Egyptian Priests, their Classes, Initiation, and Sacrifices in the Arabic Language by Ahmad Bin Abubekr Bin Wahishih, dezesseis anos antes da completa decifração de hieróglifos egípcios por Jean-François Champollion.Dr. Okasha El Daly, Deciphering Egyptian Hieroglyphs in Muslim Heritage, Museum of Science and Industry in Manchester Este livro era conhecido por Silvestre de Sacy, colega de Champollion. Okasha El Daly, do Instituto de Arqueologia da University College London, afirma que alguns hieróglifos foram decodificados por Ibne Uaxia, oito séculos antes de Champollion decifrar a Pedra de Roseta. A. K. Eyma critica essa ideia e afirma que "não havia uma decifração árabe dos hieróglifos". Carlo Nallino, em suas palestras sobre a história da astronomia árabe, também é de opinião que os livros atribuídos a Ibne Uaxia são na verdade obras de um aluno e sem valor científico.

Criptografia Ele publicou vários alfabetos cifrados que foram usados para criptografar fórmulas mágicas.Whitman, Michael (2010).

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