thumb|Alta Mesopotâmia thumb|Dinar de

Garameia (), também chamada Bete Garme (), Garamigue (), Bete Garmai e Bajarmi (), foi uma região histórica e província no nordeste do atual Iraque nomeada em honra aos seus habitantes, os garameus (garamaioi) de Ptolomeu, que também foram referidos em outras línguas como garamicãs (), garmacãs () e jaramecas () e que talvez podem ser os gurumus das fontes assírias. Se situa a sudeste do Pequeno Zabe, a sudoeste dos montes , a nordeste do rio Tigre e dos montes Hanrim, embora às vezes incluía Radã, que se situa a sudoeste dos montes Hanrim, e finalmente a noroeste dos rios Diala e Seruã. Sua capital era e a História dela alegou que seus sub-reis eram a continuação do Reino da Assíria após sua conquista pelo Império Medo.

No parágrafo 32 da Inscrição de Paiculi do xá é dito que os nobres do Assoristão, Garameia e Siarzur reuniam-se em para convencer Narses a aceitar a realeza. Um selo administrativo do hamaracara (contador) de Note-Ardaxir e Garameia sugere que as províncias estavam unidas, quiçá sob os últimos xás do Império Sassânida. Após cruzar Bajarmi de Ticrite a Xarizor no contexto da conquista muçulmana da Pérsia , sobreviveu como unidade administrativa (cora) islâmica. No , foi atestada como bispado metropolita nestoriano sob a sé de Bete Seloque e com bispos sufragâneos de , , , e em 410, 486, 544, 554, 585, sob , e em 780. Com a sé sendo arruinada entre 832 e 833, o metropoliza mudou para Xarizor e continuou a ser atestado até 1318. Em 629, havia cerca de três bispados jacobitas.

Bibliografia

Categoria:Províncias do Império Sassânida