Bernardo Mello Franco (Rio de Janeiro, 4 de novembro de 1983) é um jornalista brasileiro. Atua como colunista no jornal O Globo e na rádio CBN. É autor dos livros "Mil Dias de Tormenta - A crise que derrubou Dilma e deixou Temer por um fio" e “Arquitetura da Destruição - Um diário da era Bolsonaro, do palanque à condenação”.
Carreira Carioca, formou-se no curso de jornalismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Começou sua trajetória profissional no Jornal do Brasil, em 2004. No ano seguinte, foi para o jornal O Globo, que em 2007 o enviou para a sucursal de Brasília, a capital federal do Brasil. Lá permaneceu até 2010, quando foi contratado pela Folha de S.Paulo.
No jornal paulista, foi repórter político, correspondente internacional, editor do Painel e titular da coluna Brasília. Em 2018, retornou para O Globo, onde assumiu um blog e uma coluna diária sobre política. Em 2020, também virou comentarista da rádio CBN.
Na temporada como correspondente em Londres, participou de coberturas em dez países europeus e cobriu, em Roma, o conclave que elegeu o papa Francisco. No Brasil, atuou como repórter no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Brasília. Em 2018, lançou o livro "Mil Dias de Tormenta - A crise que derrubou Dilma e deixou Temer por um fio" (Editora Objetiva).
Na campanha de 2022, participou do podcast semanal Interrompemos Nossa Programação, com Marcelo Adnet e Malu Gaspar. Seus comentários na CBN são reproduzidos no podcast “Conversa de Política — Bernardo Mello Franco”.
Em 2025, foi enviado a Roma para cobrir o conclave que elegeu o papa Leão XIV. Em novembro, lançou “Arquitetura da Destruição - Um diário da era Bolsonaro, do palanque à condenação” (Autêntica Editora). O livro narra a ascensão da extrema direita no Brasil e termina com o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe após a derrota nas eleições de 2022.
Família Membro de família formada por intelectuais, o jornalista Bernardo Mello Franco é um dos onze netos de Affonso Arinos de Mello Franco, membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), que faleceu em 2020; e bisneto do ex-deputado e ex-senador Afonso Arinos de Mello Franco, responsável por criar a primeira lei contra o racismo no país, promulgada por Getúlio Vargas em 3 de julho de 1951.
Em sua família também estão incluídos Afonso Arinos, um dos mais importantes escritores sertanistas do país, e o político e diplomata Afrânio de Mello Franco.
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