Terminal Velocity é o segundo álbum de estúdio do guitarrista do Dream Theater John Petrucci, lançado digitalmente em 28 de agosto de 2020 e em 30 de outubro de 2020 nas versões físicas (vinil e CD). Este é seu primeiro álbum solo desde Suspended Animation de 2005. A bateria do álbum é tocada pelo ex-colega de John no Dream Theater, Mike Portnoy, fazendo dele o primeiro trabalho dos dois desde que Mike deixou o grupo em 2010. O baixista Dave LaRue, que atuou em Suspended Animation, retorna para este álbum.

John planejava começar a trabalhar no álbum no segundo trimestre do ano, mas acabou usando o tempo livre não-esperado que resultou dos lockdowns da pandemia de COVID-19 em Nova York para escrever as músicas. Todo o processo de composição e gravação durou dois meses, começando em março.

Algumas das faixas ("Happy Song", "Glassy-Eyed Zombies") são novas versões de canções que John costumava tocar ao vivo com o G3, enquanto que "Gemini" foi usada pelo guitarrista em passagens de som, aulas de guitarra e como um exercício de aquecimento para o seu DVD Disciplina do Rock.

Faixas

Créditos Fontes:

John Petrucci – guitarras, produção Mike Portnoy – bateria Dave LaRue – baixo James "Jimmy T" Meslin – gravação Andy Sneap – mixagem, masterização Sean Mosher-Smith (Echo Designlab) – capa

Recepção Recepção critica

Escrevendo para a Prog, Malcolm Dome expressou alívio de que "ao invés de criar tumulto entregando um batalhão de solos deslumbrantes, complicados e excessivamente longos, ele [John] manteve tudo amarrado e permitiu que essas composições deliciosamente ecléticas brilhassem". Ele apontou influências de Steve Vai (era Passion and Warfare), Rush (era Permanent Waves) e blues em "Terminal Velocity", "Happy Song" e "Out of the Blue", respectivamente, e disse que "Glass Eyed Zombies" poderia ter sido um faixa de Octavarium. Ele também viu influências de George Harrison e Buck Dharma em "The Way Things Fall" e "Snake in My Boot", respectivamente.

Rodrigo Altaf, do Sonic Perspectives, disse que "John presta homenagem a alguns de seus heróis" e "explora diferentes lados de sua forma de tocar". Ele viu influências de Joe Satriani na faixa-título e "Snake in My Boots" e de Gary Moore e Rory Galagher em "Out of the Blue"; e ecos de Liquid Tension Experiment em "The Oddfather" e de Dream Theater em "Temple of Circadia". Ele resumiu sua crítica chamando Terminal Velocity de "lançamento edificante, com uma abordagem musical diversa. Através de uma abundância de riffs, o ouvinte é conduzido em uma jornada épica e grandiosa. Funky e pop em alguns lugares, agressivo e pesado em outros, é uma impressionante demonstração de magia no braço da guitarra, bem como de toque e inclinação por melodia ".

Em uma crítica positiva para o The Prog Report, Kyle Fagala chamou Terminal Velocity de "um álbum equilibrado, porém eclético que funciona para mostrar os variados talentos de composição de Petrucci" e "um belo álbum do início ao fim". Ele viu elementos do Dream Theater em "The Odfather" e "Temple of Ciccada" e de Joe Satriani, Eric Johnson, Avenged Sevenfold e Green Day em "Happy Song", ao mesmo tempo em que elogiou particularmente "Out of the Blue" por lembrá-lo de "Tender Surrender", de Steve Vai.

Em uma crítica moderada para a Ghost Cult Magazine, Weslie Negrón considerou que o álbum tem "música que é feita para exibir as habilidades que o músico 'x' ou 'y' tem em seu instrumento". Ele elogiou "The Oddfather" e "Out of the Blue", mas considerou as faixas restantes "apenas um estouro exagerado de arpejos sweep picking que fazem todo o álbum soar como uma faixa longa e tediosa que dura cinquenta minutos". Ele também não ficou impressionado com o desempenho de Mike, afirmando que "não excede o excelente baterista que já foi". Ele concluiu sua crítica dizendo que o álbum "parecem faixas aguadas do Dream Theater e não traz nada de novo ou interessante para o gênero".

Paradas Parada (2020) Maiorcolocação

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