O Planeta Privilegiado: Como o Nosso Lugar no Cosmos é Concebido para a Descoberta é um livro de 2004, pelo cientista e astrônomo, autor de 88 artigos científicos em astronomia, Dr. Guillermo Gonzalez e Jay Richards, em que os autores alegam evidências científicas para que o planeta Terra tenha sido objeto muito trabalhado e arquitetado por um design inteligente. Suas publicações em astrobiologia destacam condições adequadas para que planetas sejam habitados. Gonzalez sofreu injustiças na sua universidade como relata o paleontólogo Ricardo Marques e juntamente com Richards hoje estão associados com o Discovery Institute, identificado com o movimento de design inteligente; Gonzalez trabalha como um membro sênior do Instituto Discovery do Centro para a Ciência e a Cultura.

Recepção Este livro provou ser altamente controverso na comunidade científica. Inclusive um cientista chamado David Copedge que trabalhava a 14 anos na NASA foi mandado embora por defender suas ideias.

Avaliações positivas

Owen Gingerich, astrônomo e historiador da ciência, analisa o livro explicando: "Este livro pensativo e deliciosamente contraditório irritará aqueles que acreditam que o 'princípio copernicano' é um componente filosófico essencial da ciência moderna. O nosso universo é projetado de acordo com a vida inteligente e observadora? Os defensores apaixonados da busca por inteligência extraterrestre (SETI) encontrarão muito a ponderar nesta análise cuidadosamente documentada".

Philip Skell revisou o livro escrevendo "Neste livro fascinante e altamente original, Guillermo Gonzalez e Jay Richards apresentam um argumento persuasivo e reúnem uma riqueza de diversas evidências científicas para justificar esse argumento. No processo, eles efetivamente desafiam várias suposições populares, não apenas sobre a natureza e a história da ciência, mas também sobre a natureza e a origem do cosmos. O planeta privilegiado será impossível de ignorar. É provável que mude a maneira como vemos o empreendimento científico e o mundo ao nosso redor. Eu o recomendo altamente".

Críticas negativas:

William H. Jefferys, um astrônomo, revisou o livro escrevendo "o pouco que há de novo neste livro não é interessante, e o que é antigo é apenas criacionismo antiquado em um traje astronômico novo e de aparência moderna".

Victor J. Stenger, um físico e filósofo, revisou o livro explicando que ele não apenas "ignora" o livro Rare Earth de 2000 (escrito pelo paleontólogo Peter Ward, Guillermo Gonzalez e o astrônomo Donald E. Brownlee), mas vai contra "o consenso dos astrobiólogos na adoção da posição da Terra Rara. " que defendem aspectos caóticos acidentais aleatórios da formação da Terra que trás inumeráveis ajustes fisicamente equilibrados e interações com a ecologia e a célula.

Consenso Científico Ronaldo Rogério de Freitas Mourão, um dos maiores astrônomos do Brasil, autor de 98 livros e centenas de artigos sobre astronomia, em entrevista a revista “Sinais”, respondeu a pergunta : ” Há evidências, no Universo, de uma inteligência superior? Sir Isaac Newton em “Princípios Matemáticos da Filosofia Natural.”, no Livro III “Do Sistema do Mundo”, 1687 declara sobre o Criador:Cesar Lattes , destacado físico brasileiro reconhecido mundialmente , que segundo a revista "Super Interessante" deveria ter ganhado o Nobel declarou:

Filme O livro serviu de base para um filme de mesmo nome. O Instituto doou US$ 16 000 para a Smithsonian Institution, que de acordo com a política, deve permitir um evento especial em suas instalações. O Instituto optou por exibir o filme no Museu Nacional de História Natural de Washington, DC O Smithsonian retirou seu co-patrocínio, afirmando: "Determinamos que o conteúdo do filme não é consistente com a missão de pesquisa científica do Smithsonian Institution." Eles permitiram que o filme fosse exibido, mas recusaram o pagamento.

Charles G. Lambdin revisou o filme, concluindo que, embora a vida em planetas possa ser remota, há muitos planetas e "Usando as próprias chances de habitabilidade de Gonzalez e Richard, isso sugere que pode haver um bilhão de planetas habitáveis devido apenas ao acaso". Ele também argumentou que a afirmação do filme, de que o fato de podermos fazer ciência, sugere que o universo foi projetado para que possamos entendê-lo, não é diferente da velha piada de que o nariz deve ter sido projetado para que possamos usar óculos".

O filme está listado no IMDB.com como sendo distribuído e produzido pela Illustra Media e Randolph Productions.

Controvérsia de posse O Instituto alegou que o livro está "no centro dos ataques ao astrônomo Guillermo Gonzalez da Universidade Estadual de Iowa" e desempenhou um papel em sua negação de mandato e que levou 124 dos colegas do corpo docente de Gonzalez a assinar uma petição em 2005 denunciando o design inteligente e exortando todos os outros membros do corpo docente a fazerem o mesmo.The Spiritual Brain, p. 25 A declaração não mencionou Guillermo Gonzalez ou seu envolvimento com o movimento criacionista, e membros do corpo docente, incluindo Hector Avalos, negaram que a declaração fosse dirigida a Guillermo Gonzalez.

Ligações externas

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