Em busca do Egito esquecido (no original, ) é uma monografia ilustrada sobre a história da redescoberta do antigo Egito e da egiptologia. O livro é o primeiro volume da coleção enciclopédica "Découvertes Gallimard", escrito pelo egiptólogo francês , e publicado na França pela editora parisiense Gallimard em 21 de novembro de 1986. No Brasil, entrou em circulação em 2002 por intermédio da editora Objetiva, como parte de sua coleção "Descobertas".
A obra recebeu um prêmio literário da Fondation de France em 1987, e foi uma das mais vendidas na França. Até 2001, o livro vendeu mais de quinhentos mil cópias em todo o mundo.
Introdução Do transporte do Obelisco de Luxor na Praça da Concórdia à fabulosa descoberta dos tesouros de Tutancâmon, Jean Vercoutter conta a história da redescoberta do antigo Egito neste livro introdutório. Faz parte da série na coleção "Découvertes Gallimard", a obra traça a história da redescoberta do Egito faraônico, do período greco-romano ao ; e toda a história da egiptologia, seu nascimento e crescimento, com todas as figuras importantes desta disciplina; assim como o estudo de sítios arqueológicos, artefatos e documentos descobertos no Egito nos séculos XVIII e XIX.
Sinopse No , o imperador cristão Teodósio I decretou o fechamento de todos os templos pagãos do Império Romano. Consequência inesperada: a escrita hieroglífica, até então viva, deixou de ser compreendida abruptamente. O Egito faraônico caiu no esquecimento. A expedição de Bonaparte em 1798 e a magnífica Description de l'Égypte despertaram na Europa uma mania pelos monumentos e pela arte desta antiga civilização. A decifração de hieróglifos por Jean-François Champollion em 1822 marca o nascimento da egiptologia.
Conteúdo : uma série de ilustrações de página inteira ou página dupla, acompanhadas de textos (pp. 1–9); Capítulo I: "O desaparecimento do Egito dos faraós" (, pp. 13–17); Capítulo II: "Os viajantes da antiguidade" (, pp. 19–27); Capítulo III: "Cruzados, monges e curiosos ao longo do Nilo" (, pp. 29–51); Capítulo IV: "Aventureiros e ladrões" (, pp. 53–85); Capítulo V: "A era dos sábios" (, pp. 87–99); Capítulo VI: "Os arqueólogos em socorro do Egito" (, pp. 101–111); Capítulo VII: "O Egito redescoberto" (, pp. 113–127); Testemunhos e Documentos (pp. 129–175).
Críticas Na resenha crítica para a revista científica Cadmo (nº 3) do Instituto Oriental da Universidade de Lisboa, o egiptólogo português Luís Manuel de Araújo escreve:
Na revista científica História: Questões e Debates da Universidade Federal do Paraná, Johnni Langer escreveu em seu artigo de resenha Os mistérios do Egito antigo:
O egiptólogo russo pensa que:
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