Francisco Filinto de Almeida (Porto, — Rio de Janeiro, ) foi um poeta e dramaturgo luso-brasileiro. Encontra-se colaboração da sua autoria nas revistas Branco e NegroBranco e Negro : semanario illustrado (1896-1898) [cópia digital, Hemeroteca Digital] (1896-1898) e SerõesSerões: revista semanal ilustrada (1901-1911) [cópia digital, Hemeroteca Digital] (1901-1911). Viveu e morreu no Rio de Janeiro. Foi membro da Academia Brasileira de Letras.

Obras

Um idioma (entreato cômico - 1876) Os mosquitos (monólogo em verso - 1887) Lírica (volume de poesia - 1887) O Defunto (comédia teatral em um ato - 1894) O Gran Galeoto (drama em verso, traduzido em colaboração com - 1896) O beijo (comédia em 1 ato, em verso - 1907) Cantos e cantigas (poesia - 1915) Camoniana (sonetos - 1945) Colunas da noite (crônicas - 1945) Harmonias da noite velha (sonetos - 1946) A casa verde (romance em colaboração com Júlia Lopes de Almeida, publicado em folhetins do Jornal do Commercio de 18 de dezembro de 1898 a 16 de março de 1899)

40px|Academia Brasileira de Letras Academia Brasileira de Letras

thumb|300px|Em pé: Rodolfo Amoedo, Artur Azevedo, Inglês de Sousa, Olavo Bilac, José Veríssimo, Sousa Bandeira, Filinto de Almeida, Guimarães Passos, Valentim Magalhães, Rodolfo Bernadelli, Rodrigo Octavio e Heitor Peixoto. Sentados: João Ribeiro, Machado de Assis, Lúcio de Mendonça e Silva Ramos.

Foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras. Ocupou a cadeira 3, cujo patrono é Artur de Oliveira, de quem foi amigo. Foi sucedido por Roberto Simonsen.

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