O Caso Costela refere-se ao assassinato do cachorro buldogue "Costela" ocorrido em 15 de janeiro de 2022, na cidade de Rio Grande, no Rio Grande do Sul. O cão foi morto a pauladas por Washington Álvaro de Oliveira, servidor público municipal, numa garagem coletiva. O crime teve lugar quatro anos após o Caso Manchinha, que teve repercussão nacional e internacional.
Após investigações, Washington Oliveira foi condenado a seis anos, três meses e dezoito dias de reclusão pelo crime de maus tratos.
Antecedentes Costela era um cão da raça buldogue, cuja morte teria sido motivada pelos barulhos que ele produzia no âmbito da garagem coletiva onde foi espancado. O animal não resistiu aos ferimentos e sua morte foi amplamente descrita como um ato de crueldade contra os animais.
Investigação O autor do crime foi preso após investigações que subsidiaram uma denúncia do Ministério Público do Rio Grande do Sul, a qual foi acatada pela Justiça Estadual.
Repercussão Moradores locais e lideranças de movimentos sociais realizaram uma manifestação após a repercussão do crime. Quando a notícia da morte do cachorro se espalhou online, vários artistas, parlamentares e membros da sociedade civil reagiram com indignação. Na internet, muitos compararam a história de Costela com casos de maus tratos a outros cães, como o caso Manchinha, que envolveu uma cadela vira-lata que foi envenenada e espancada até a morte.
Ver também Caso da cadela Preta Caso Orelha Caso Manchinha Caso Sansão Caso Bruce Caso Nina
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