O caso Isabele Guimarães Ramos refere-se ao assassinato da menina de quatorze anos, baleada na cabeça no dia 12 de julho de 2020, no condomínio de luxo em Cuiabá, Mato Grosso. O crime ganhou grande repercussão nacional sobre as hipóteses do assassinato ter sido acidental ou intencional, além de ter obtido repercussão internacional. Quase quatro anos depois, em 2024, o crime voltou a repercutir após a jovem que matou amiga ser expulsa na Faculdade São Leopoldo Mandic, em São Paulo, onde cursava medicina. Após o inquérito da Polícia Civil apontar que a menina que matou Isabele assumiu o risco de matar, já que era atiradora esportiva, em junho de 2022, a Terceira Câmara de Criminal do TJMT (Tribunal de Justiça de Mato Grosso) desclassificou a condenação e classificou como culposo, quando não há intenção. Três anos após o crime, Rosângela Monteiro, perita criminal brasileira notória por comentar os casos de grande repercussão no país, afirmou que:
A vítima Isabele Guimarães Ramos nasceu em 12 de novembro de 2005, e era filha da empresária Patrícia Hellen Guimarães Ramos e do médico neurocirurgião Jony Soares Ramos, este que faleceu em um acidente de moto em junho de 2018. Antes de sua morte, Isabele morava com a mãe e o irmão mais novo Pedro, de doze anos, no condomínio de luxo Alphaville, localizado no bairro Jardim Itália, em Cuiabá, no Mato Grosso.
Poder Judiciário do Mato Grosso: Juíza recebe denúncia contra pais da menor investigada pela morte de Isabele Ramos
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