Ahar () é uma cidade no distrito central do condado de Ahar, na província do Azerbaijão Oriental, no Irã. Segundo o censo de 2016, havia habitantes.
História
Ahar é uma das cidades antigas da região do Azerbaijão. Nos séculos XII e XIII, era um emirado menor e de curta duração, mas próspero, governado pela dinastia pisteguínida de origem georgiana . Iacute Alhamaui, escrevendo no início do , descreve Ahar como muito próspera, apesar de sua pequena extensão. A cidade perdeu a maior parte de sua importância durante o tempo do Ilcanato . No tempo do Império Safávida , a cidade foi cobiçada pelos iranianos como ponte à subjugação do Azerbaijão. Nesse sentido, o xá patrocinou a reconstrução do mausoléu de Xeique Xiabadim.
Ahar sofreu muito durante a Guerra Russo-Persa de 1804–1813 e na Guerra Russo-Persa de 1826–1828. Viajantes ocidentais no período de 1837-1843 encontraram-na como uma cidade com cerca de 700 famílias, em péssimas condições. Sua impressão era de que os príncipes do Império Cajar , que foram despachados como governadores do Canato de Caradague com centro de Ahar, apressaram-se em coletar o máximo de riqueza possível antes de sua remoção.
Ahar foi um dos epicentros da Revolução Constitucional Persa devido ao envolvimento das tribos de Caradague em conflitos armados; os campos revolucionário e antirrevolucionário foram liderados, respectivamente, por Sattar Khan e , ambos da região de Caradague. Quando em 1925 Reza Xá depôs Amade Cajar e fundou a dinastia Pálavi, o declínio gradual de Ahar começou. O novo rei insistiu no nacionalismo étnico e no unitarismo cultural e implementou suas políticas com destribalização forçada e sedentarização. Ele renomeou Caradague como Arasbarã para negar a identidade turca dos habitantes. Esta política, em particular, resultou na supressão dos azeris étnicos.
Bibliografia
Categoria:Azerbaijão Oriental Categoria:Cidades do Irão