Adolfo de Freitas Brazão (Funchal, 22 de abril de 1957) é um advogado, político e, desde 2022, presidente do Conselho de administração da Fundação Cecília Zino. Vice-presidente da mesa da assembleia do Partido Social Democrata/Madeira, eleito em 2022, foi deputado da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira de 2015 a 2024, e é, desde maio de 2025, representante daquele parlamento na comissão de acompanhamento do programa regional de apoios à comunicação social privada. Biografia Formação Após concluir, em 1975, o ensino secundário no Liceu Jaime Moniz, no Funchal, rumou a Lisboa, onde tirou os cursos de turismo e guia turístico no Instituto de Novas Profissões (1975-1977), e de relações públicas no Instituto Luís Vaz de Camões (1978) e se liicenciou em Direito pela Universidade Livre de Lisboa, em 1984;Estudantes in Livro de curso – Direito 1979/1984 da Universidade Livre; Lisboa; 1984; e na documentação, constante no espólio da Universidade Livre de Lisboa, arquivada e consultável na Direcção-Geral do Ensino Superior
Atividade profissional Advogado, inscrito no Conselho Regional da Madeira, desde 27 de novembro de 1987, com a cédula profissional 40M. Nessa qualidade, em 27 de junho de 2024, celebrou contrato de prestação de serviços forenses à IHM – Investimentos Habitacionais da Madeira, Empresa Pública da Região Autónoma da Madeira, para o período de 1 de julho de 2024 a 31 de dezembro de 2025. Trabalha, desde janeiro de 2024, na Adolfo Brazão, Advogados - Madeira Legal Services. integra a lista de advogados voluntários para prestar assistência jurídica gratuita aos cidadãos ucranianos que se encontram em Portugal, bem como àqueles que se venham a dirigir a Portugal em fuga da Guerra Russo-Ucraniana; em julho de 2024, foi agraciado, com a medalha comemorativa dos 35 anos de profissão, pelo Conselho Regional da Madeira da Ordem dos Advogados, de que foi vice-presidente de 1996 a 2002.
Atividade política
de 2015 a 2024, foi deputado da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, pertencendo a três sucessivos grupos parlamentares do PSD, de que foi sempre vice-presidente da direção, primeiro na XI Legislatura da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, eleito em 29 de março de 2015, pela lista do Partido Social Democrata (PPD/PSD), depois na XII Legislatura da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira (2019-2023) e, finalmente, na XIII Legislatura da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira (2023-2024), tendo exercido a presidência da 1.ª Comissão, e de diversas Comissões de Inquérito;
thumb| Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, hemiciclo e porta de entrada no edifício da antiga Alfândega do Funchal, onde Adolfo de Freitas Brazão foi deputado de 2015 a 2024 em 6 de março de 2022, eleito vice-presidente da mesa do Congresso do PSD/ Madeira, sendo presidente João Carlos Cunha e Silva; desde 9 de maio de 2022, presidente do Conselho de administração da Fundação Cecília Zino, sendo que já havia desempenhado anteriormente funções naquele Conselho de administração; em 2023, presidente da comissão de inquérito sobre o alegado “favorecimento dos grupos económicos pelo Governo Regional, pelo presidente do Governo da Madeira e secretários regionais e ‘obras inventadas’, em face da confissão do ex-secretário regional Sérgio Marques, em declarações ao Diário de Notícias (de Lisboa), suscetível de configurar a prática de diversos crimes”, declarações que foram publicadas em 15 de janeiro, e “obras inventadas a partir de 2000”, quando Alberto João Jardim era presidente do executivo madeirense; em 22 de maio de 2025, foi designado representante da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira na comissão de acompanhamento do Programa regional de apoios à comunicação social privada – MEDIARAM; entre os vários cargos partidários que desempenhou, relevam ainda os de membro do Conselho de Jurisdição da Juventude Social Democrata (JSD/M) (1986-1988); vice-presidente do Conselho de Jurisdição do PSD/Madeira (1989/2004), membro da Comissão Política de PSD/Madeira (2019-2021) e presidente da Mesa do Congresso do PSD/Madeira (2015-2019).
Vida pessoal Nasceu a 22 de abril de 1957, na freguesia do Monte, concelho do Funchal, sendo filho de Lise Mercedes Fragoso de Freitas Brazão e Adolfo de Sousa Brazão Júnior (17 de janeiro de 1923 – 25 de outubro de 2008), médico madeirense, primeiro diretor clínico do Hospital Central do Funchal e do serviço de imunohemoterapia na Madeira e comendador da Ordem do Mérito (1994).
Seu avô paterno Adolfo de Sousa Brazão (São Vicente, 23 de fevereiro de 1890 - 1956), também foi médico madeirense.
É irmão de Teresa de Freitas Brazão (1952), pintora e artista plástica, que foi chefe de divisão de animação e divulgação culturais da direção regional dos assuntos culturais, entre 1985 e 1992, diretora do departamento de cultura da Câmara Municipal do Funchal, entre 1993 e 2014, e diretora regional da cultura, de outubro de 2017 a outubro de 2023.
É amigo de infância de Miguel Albuquerque e na faculdade foram colegas do curso de Direito na Universidade Livre de Lisboa, entre 1979 e 1984.
Casou com Maria de Fátima da Silva Figueira Brazão, empresária (aposentada) de quem tem dois filhos: Adolfo Figueira Brazão, advogado, inscrito no Conselho Regional da Madeira, desde 23 de novembro de 2013, com a cédula profissional 52759M, que é o mais velho e seu sócio de escritório, e Hugo Figueira Brazão, artista plástico.
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