Neoplatymops mattogrossensis é uma espécie de morcego encontrada na América do Sul

Etimologia Foi descrita como espécie nova em 1942 por Carlos Octaviano da Cunha Vieira. O holótipo foi coletado ao longo do Rio Juruena ao norte do estado brasileiro de Mato Grosso. O nome da genérico é uma combinação de três palavras gregas: neo (novo, em referência ao "Novo Mundo"), platy (achatado) e mops (nome comumente utilizado para se referir a um morcego molossídeo). O nome específico provém de Mato Grosso, o estado no Brasil de onde se originou o holótipo.

Morfologia É uma espécie pequena de morcego de cauda livre, com comprimento de antebraço de 29–30 mm e pesando 7–7,5 g. É dimórfico, sendo os machos maiores que as fêmeas. Seu crânio tem aparência achatada. Sua pelagem dorsal é marrom, enquanto a pelagem ventral é branca ou cinza. Tanto os machos quanto as fêmeas possuem glândulas sebáceas. Sua fórmula dentária é totalizando 30 dentes.

Habitat e ocorrência É encontrada em vários países da América do Sul, incluindo Brasil, Colômbia, Guiana e Venezuela.

Comportamento e ecologia O morcego possivelmente possui uma estrutura social de poucos machos para muitas fêmeas. Na Venezuela, as colônias consistem em um único homem e duas a quatro mulheres. É um animal com reprodução sazonal, com as fêmeas dando à luz uma vez por ano no início da estação chuvosa. É um animal insetívoro.

Conservação A partir de 2008, é avaliada como espécie de menor preocupação pela IUCN.

Categoria:Morcegos do Brasil Categoria:Morcegos da Colômbia Categoria:Morcegos de Guiana Categoria:Morcegos da Venezuela Categoria:Mamíferos descritos em 1942 Categoria:Molossops