Bartolomeu Alves da Mota (Itamaracá, 13 de setembro de 1914 - Olinda, 8 de julho de 2004) foi um jornalista, contista, ensaísta e romancista brasileiro.
Graças às suas publicações muito relevantes, foi um dos mais respeitados escritores de Pernambuco. Aos 28 anos, deixou a cidade natal e mudou-se para o Recife, acompanhado da esposa, Maria Virgínia, e do primeiro dos quatro filhos, Diocir Cordeiro Mota, que seguiu os seus passos e hoje é jornalista aposentado.
Alves da Mota trabalhou por mais de 20 anos como repórter do Diario de Pernambuco, indicado por Mauro Mota, que veio a tornar-se um dos seus melhores amigos. O mesmo Mauro o levou para a Fundação Joaquim Nabuco, onde se aposentou, em 1979. Integrou as academias Pernambucana de Letras; de Artes, Letras e Ciências de Olinda.
A sua vida sempre esteve ligada à literatura e esta relação fica explícita nos doze livros que escreveu, quatro deles publicados por editoras do Rio de Janeiro.
Academia Pernambucana de Letras Assumiu em 16 de dezembro de 2003 a cadeira 3 da academia, cujo patrono é Frei Caneca.
Prêmios Othon Bezerra de Mello (Academia Pernambucana de Letras, 1993) Prêmio Cultural Mauro Mota (Conselho Estadual de Cultura, 1997) Medalha Massangana (40 anos da Fundaj) Medalha Cultural (por divulgação da ilha de Itamaracá)
Principais obras Ponta-Verde do Mar (romance); Enseada (romance); Itamaracá, o Antigo e o Moderno (ensaio); No Tempo do Bonde Elétrico (ensaio); Tempestade no Porão (romance); Tubarão e o Coronel (contos); A Revolta do Mangue(contos); A Rosa-dos-Ventos (romance); ''O Recife Ontem e Hoje (ensaio)
Ligações externas Crítica de Levi Ferrari sobre o livro "A Rosa dos Ventos" Participação no Conselho Estadual de Cultura
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