Tito Mânlio Torquato () foi um político da gente Mânlia da República Romana eleito cônsul em com Cneu Otávio. Era neto de Tito Mânlio Torquato, cônsul em 235 e , e irmão de Aulo Mânlio Torquato, que foi cônsul no ano seguinte. Teve um filho que foi adotado pela gente Júnia e assumiu o nome de Décimo Júnio Silano Manliano.
Carreira Foi eleito pontífice em , pretor urbano entre 170 e 165 a.C,Lívio, Ab Urbe Condita XLIII 11,13 quando foi eleito cônsul juntamente com Cneu Otávio. No ano seguinte, foi enviado como embaixador ao Egito ptolemaico com Cneu Cornélio Merula para intermediar uma disputa pelo poder entre os dois irmãos filhos do falecido faraó Ptolomeu V Epifânio, Ptolemeu VI Filómetor e Ptolemeu VIII Evérgeta II. Quando retornou a Roma, Torquato defendeu o irmão mais jovem, Ptolomeu VIII.Lívio, Ab Urbe Condita XLIII, 11Políbio, Histórias XXXI'' 18 até XXXII 1.
Torquato foi citado como exemplo de severidade, um traço de seus ancestrais: conta-se que, em , condenou e baniu do território da República Romana seu próprio filho, Décimo Júnio Silano Manliano, acusado de malversação se recursos públicos durante seu mandato como pretor da Macedônia dois anos antes. Por causa desta desonra, Décimo se suicidou e Torquato se recusou a comparecer ao seu funeral.Cícero, De finibus bonorum et malorum I, 24.Lívio, Ab Urbe Condita Epit. LIV.Valério Máximo, Nove Livros de Feitos e Dizeres Memoráveis V 8,3.
Ver também
Notas
Bibliografia Fontes primárias
Fontes secundárias
Categoria:Cônsules da República Romana Categoria:Romanos antigos do século II a.C. Categoria:Ano de nascimento desconhecido Categoria:Ano de morte desconhecido Categoria:Pontífices da Roma Antiga Categoria:Diplomatas romanos Categoria:Manlii Categoria:Pretores da República Romana