Sexto Pompeu Colega () foi um senador romano eleito cônsul em 93 com Quinto Peduceu Priscino. Era filho de Cneu Pompeu Colega, cônsul sufecto em 71 e govenarnador da Capadócia-Galácia.

Carreira Como consular, Colega participou de uma sessão de três dias do Senado Romano em 100 sob o comando do imperador Trajano na qual foi discutida a acusação contra Mário Prisco, cônsul sufecto em data indeterminada na década de 80 e procônsul da África, de corrupção. Ele havia sido subornado para acusar pessoas inocentes e sentenciá-las à mortePlínio, o Jovem, Epístolas II.11, 20–22.. Flávio Martino foi acusado de ter subornado o procônsul e ter executado as sentenças. Durante a sessão, duas moções foram apresentadas, uma de Cornuto Pértulo, que pedia que o valor recebido como suborno ( sestércios) fosse recolhido para o erário de Saturno, e que os acusados fossem exilados; a segunda, de Colega, apelava por uma sentença mais branda: Mário deveria pagar uma multa equivalente ao valor do suborno e suportar um exílio de apenas cinco anos. A moção de Colega foi vencida e Mário Prisco foi exilado.

Família É possível que Pompeu Colega tenha sido pai de Quinto Pompeu FalcãoILS 1035, Tarracine, Latium., cônsul sufecto em 108, genro de Quinto Sósio Senécio e conselheiro de Trajano. Ele foi mais tarde adotado por Marco Róscio Célio durante o reinado de TrajanoFrançoise Des Boscs-Plateaux, Un parti hispanique à Rome ?, 2006, 161..

Ver também

Bibliografia

Categoria:Pompeii Categoria:Cônsules do Império Romano Categoria:Romanos antigos do século I Categoria:Ano de nascimento desconhecido Categoria:Nascidos no século I Categoria:Ano de morte desconhecido Categoria:Mortos na década de 100 Categoria:Romanos antigos do século II