O Panteão das Duquesas de Bragança localiza-se na Igreja do Convento das Chagas de Cristo, em Vila Viçosa, em Portugal.

Foi fundado em 1515 por D. Jaime I, 4.º Duque de Bragança, para albergar o Panteão das Duquesas de Bragança, acolhendo os túmulos das Duquesas e das filhas solteiras dos Duques de Bragança. As obras prolongaram-se até ao filho do fundador, D. Teodósio I, 5.º Duque de Bragança, em 1533.

O Panteão dos Duques de Bragança encontra-se igualmente localizado em Vila Viçosa, no Convento dos Agostinhos, perto do Panteão das Duquesas.

Inserido na Igreja do Convento das Chagas, o Panteão das Duquesas de Bragança está classificado como Monumento Nacional desde 1944.

Sepultamentos

D. Angélica (1573–1576); D. Querubina (1572–1580); D. Isabel (1578–1582); D. Maria (1565–1592), filhas de D. João I; D. Isabel de Bragança (1511–1576); D. Maria das Chagas de Bragança (1527–1586), freira, filha de D. Jaime I; D. Vicência do Espírito Santo de Bragança (1532–1603), freira; D. Ana de Velasco e Girón, Duquesa de Bragança (1585–1607); D. Catarina (1606–1610), filha de D. Teodósio II; D. Catarina de Portugal, Duquesa de Bragança (1540–1614); D. Joana da Trindade Mendonça (falecida em 1616), abadessa, filha do 2.º Marquês de Ferreira e D. Eugénia de Bragança, neta materna de D. Jaime I; D. Beatriz de Lencastre (1542–1623); D. Antónia da Encarnação (falecida em 1635) e D. Maria, freiras, filhas ilegítimas de D. Jaime I; D. Angélica de Bragança, abadessa, filha de D. Fulgêncio de Bragança, neta paterna de D. Jaime I; Maria Francisca de Orléans e Bragança (1914–1968); Maria Antónia de Bragança (1903–1973) e Filipa de Bragança (1905–1990), filhas de Miguel Januário de Bragança

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