Un pays qui se tient sage é um documentário francês dirigido por David Dufresne, lançado em 18 de setembro de 2020 durante o Festival de Cinema de Nova Iorque.

Enredo O filme questiona o controle policial enquanto ocorrem protestos na França, bem como o preceito da legitimidade do uso da violência pelo Estado, especialmente a brutalidade policial no país. A partir dessa discussão, o documentário retrata confrontos entre a polícia e os manifestantes durante o movimento dos coletes amarelos, crise popular durante o governo do presidente francês Emmanuel Macron.

O diretor David Dufresne, utiliza imagens de manifestantes e jornalistas independentes com material filmado entre novembro de 2018 a fevereiro de 2020. As imagens são discutidas em uma série de diálogos entre representantes de movimentos sociais, intelectuais e policiais. Durante as discussões são citados teóricos como Hannah Arendt, Leon Trostky, Nicolau Maquiavel, Michel Foucault, dentre outros importantes pensadores e intelectuais que pensaram a questão da violência e do papel do Estado sobre ela, trazendo um embasamento maior para discussão.

Elenco Durante o documentário, os debatedores são questionados sobre as imagens que veem. O espectador não conhecerá a qualidade do convidado até o final da sessão. Os envolvidos são:

Gwendal Leroy, motorista de empilhadeira Patrice Philippe, caminhoneiro Michel Forst, Relator Especial das Nações Unidas (ONU) Bertrand Cavallier, Gendarmaria Mathilde Larrère, historiadora Patrice Ribeiro, secretário geral Sinergia-oficiais Anthony Caillé, secretário nacional do interior da Confederação Geral do Trabalho (CGT) Benoit Barret, Secretário Nacional de Polícia da Aliança William Bourdon, advogado Mélanie N'goyé-Gaham, assistente social Vanessa Langard, decoradora Manon Retourné, mãe dona de casa Sébastien Maillet, encanador Rachida Sriti, psicoterapeuta Myriam Ayad, dona de casa Romain Huët, etnógrafo Ludivine Bantigny, historiadora especializada em maio de 68 Vanessa Codaccioni, historiadora e professora de ciências políticas Fabien Jobard, sociólogo, diretor de pesquisa do Centre national de la recherche scientifique (CNRS) Sebastian Roché, Doutor em Ciência Política e Criminologista Monique Chemillier-Gendreau, jurista e professora de direito público Alain Damásio, escritor Taha Bouhafs, jornalista Arié Alimi, advogado e membro da Liga dos direitos do homem (LDH)

Ao final do documentário, a equipe especificou todos os convites que foram enviados e as pessoas ou instituições que não deram seguimento:

Ministério Público de Paris Diretor Geral da Polícia Nacional Central de gestão CRS Direção Central de Segurança Pública Inspeção Geral da Polícia Nacional Sede da polícia parisiense

Recepção da crítica Fabien Lemercier, para o Cineuropa, elogiou o filme e acrescentou que: "é um sortimento diversificado [de entrevistados] que confere ao filme vários níveis. Essa abordagem convincente, intelectual, mas nunca maniqueísta, é ainda sustentada por um poderoso componente emocional."

Prêmios e indicações +Prêmios e indicações de "Un pays qui se tient sage"AnoPremiaçãoCategoriaRecipiente(s)ResultadoRef.2020Quinzena dos RealizadoresMelhor documentárioUn pays qui se tient sage2021Prêmio LumièreLumière de melhor documentárioPrêmio CésarMelhor documentário2022My French Film FestivalPrêmio da imprensa internacionalPrêmio do Júri

Ver também

Movimento dos coletes amarelos Emmanuel Macron

Ligações externas Un pays qui se tient sage (em inglês) no IMDb Un pays qui se tient sage (em inglês) no Letterboxd Un pays qui se tient sage (em francês) no AlloCiné

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